June 27, 2007

end

Situações limite:

No corpo irreconhecivel de quem não o quer,
nas palavras pequenas e curtas de quem não o mer(e)ce(^),
ficam momenots curtos de pequenez íntima onde ninguém quiz-me.
Agora...
não sei.
Palavras que se repetem com uma facilidade tremenda,
em mais um dia.
Provavelmente não deveria ter acordado (nunca).
Talvez não tivesse nascido (nunca),
mas uma vez nascido é complicado parar, se bem que palavras sem nexo num sono perturbado o tenham terminado de forma abrupta.
Não é uma desculpa,
não ser(+)a(´) um pedido de desculpas.
Provavelmente serão pequenas coisas,
às quais ninguém presta(s) a mínima atenção.
Sobretudo serão palavras que fica(ra)m.

Mas haverá volta?

Não sei.
Ficará mais uma palavra na sua pequenez.
Palavra que nunca mudará nada.
Actos que não serão de todo reconhecidos.
Situações.
Coisas pequenas.
Algo enorme que nasceu com um fim anunciado para breve.
Um começo com um fim preso mesmo no ínicio.
Será algo pequeno, ou grande, que nunca continuará.
São sonhos que não voltarão.
Pequenas coisas que eram tanto...

I've been blackburned.

1 comment:

Anonymous said...

Fica um big hug sem "ends" ((... * ... ))...