Saí. Busquei caminho. Dirigi. Continuei. Estive na neve. Conheci terras e pessoas pertencentes a terras, e coisas pertencentes a pessoas dessas mesmas terras. Havia monumentos. Havia pontes. Havia chuva no ar. Havia fumo de carros. Havia fumo de cigarros. Havia gargalhadas. Algumas preocupações no ar. Problemas resolvidos à medida que foram surgindo. Bebida sempre bem fresca, a condizer com o fresco que batia na cara, já de si avermelhada. E pessoas... tantas...!
Casa quentinha, mas apenas na sala e no quarto, porque cozinha e casa de banho, nem pensar!
House almost perfect for a mim&blackburn fresh new life beginning, faltava a varanda.
Ah! Também haviam coisas menos boas, mas sempre construtivas.
Contactos com donos de bares.
Cervejas à pala.
A falta de trocos era habitual, perfeitamente ultrapassável. Saudade, não tão ultrapassável, mas saudável em toda a sua triste grandeza. Buscar de vozes traduzidas em letras de proporções fantásticas. Letras significantes. Sentimentos em letras. Sentimentos.
Mãos abertas e abraços sinceros e verdadeiros, e uns quantos não tão assim, mas desprezáveis, como tudo o que não é assim. Longas conversas a lembras tempos antigos que só de pensar rasga sorriso.
E vão sempre rasgar. Confissões.
Volta custosa. Abraços de despedida. Abraço de Amigo com palavras que já conheço à anos. Recordações e a promessa de uma volta. Volta. No limite. Localidades. Absorver espaços novos. Observar que ao menos o natal embeleza cidades antes visitadas mas menos luminosas, que pena. Coisas maravilhosas que nos entram nos olhos e nem dá para descrever, porque apenas as gravamos.
Coisas que guardamos, que traduzimos em letras. Coisas que dizemos quando podemos. Sempre que podemos.
blackburnedbeautydreams
No comments:
Post a Comment