Completamente inesperados e sem qualquer preparação; tirar as chaves do bolso, os trocos, o mpeg4 descalçar as tilhas e as meias ainda agarradas aos pés, e ainda com tempo de sobra tirar a t-shirt que cobria o resto das imperfeições.
Sorrir, como um puto estúpido, e correr até encontrar uma água estranhamente fresca, mas completamente suportável. Deixar levar pelas ondas que rebentavam bem na minha frente. Seguir uns passos e umas palavras meias toscas que me saiam dos lábios a tentar explicar algo que nem me lembro. Mesmo depois de avisos sinceros de quem se preocupa.
E mergulhar, deixar de ouvir o mundo, o som dos carros, das casas, das bicicletas, das pessoas, do vento, do sol, de tudo; sentir o vazio que preenche. Haverá outro momento assim?
Sorrir, como um puto estúpido, e correr até encontrar uma água estranhamente fresca, mas completamente suportável. Deixar levar pelas ondas que rebentavam bem na minha frente. Seguir uns passos e umas palavras meias toscas que me saiam dos lábios a tentar explicar algo que nem me lembro. Mesmo depois de avisos sinceros de quem se preocupa.
E mergulhar, deixar de ouvir o mundo, o som dos carros, das casas, das bicicletas, das pessoas, do vento, do sol, de tudo; sentir o vazio que preenche. Haverá outro momento assim?
Não me parece.
Mas sabe tão bem... mesmo.
Coisas inesperadas e impulsivas que nos reavivam o ser e as quais não quero deixar de sentir porque são, sem sombra de dúvida, mágicas!
Havia lá o teu sorriso, preenche.
:)
:)
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