Pelas situações que nos ocorrem nasce a indiferença com que se retratam momentos pequenos e que quase não se dá qualquer importância - acontecimento verdadeiro nas pessoas absorvidas pelo sistema e documentadas como sendo normais. Orgulho.me de ainda não ser normal, de pertencer a uma classe de seres repugnantes e estranhos. Exprimo.me como quero e penso pela cabeça que construo.
Não me importa se chove e não uso guarda.chuva, se neva e faço questão de sentir o frio polar a enregelar.me as bochechas marcadas pelo acne da constante puberdade em que alicerço cada dia que se decidem a deixar.me acordar!
Não faço a mínima ideia onde está o cartão de eleitor e nem tenho memória de algum dia ter perdido mais de dois segundos - tempo para reagir (álcool a mais lol) e mudar de canal - quando um político dá opiniões.
Não me importa se chove e não uso guarda.chuva, se neva e faço questão de sentir o frio polar a enregelar.me as bochechas marcadas pelo acne da constante puberdade em que alicerço cada dia que se decidem a deixar.me acordar!
Não faço a mínima ideia onde está o cartão de eleitor e nem tenho memória de algum dia ter perdido mais de dois segundos - tempo para reagir (álcool a mais lol) e mudar de canal - quando um político dá opiniões.
Não perco tempo a pentear o cabelo que teima em não voltar a nascer e me faz parecer ainda mais velho do que aquilo que já sou.
Contínuo a vestir roupa rasgada por preguiça e desleixo, desfaço a barba quando me aparece na memória.
Serei uma alma rôta nem que um dia a vergonha de um corpo disforme seja coberta por seda e peças de vestuário requintadas.
Continuarei a marcar em mim e a tinta permanente tudo o que a vida me mostrar ser importante. Fugirei de qualquer objectiva as vezes que forem necessárias para que pelo menos quando alguém se lembrar da minha existência esse facto seja sinal de que fiquei fotografado no coração que é onde está o mais importante.
Como não tenho coração guardo tudo algures em mim, e não falta espaço!
Não viverei muito mais é certo, mas farei questão de que até as quedas sejam sempre em grande, com muito barulho e marcantes q.b. .
Acabarei sozinho, quieto e calado, com a companhia de sempre.
Serei mais um, mas terei consciência que fiz o melhor que sabia.
Continuarei a ser o meu maior crítico e o mais exigente comigo mesmo. Rebaixar.me.ei sempre que possível numa atitude - diria - sádica e masoquista, que me mantém dentro de mim e com os pés bem assentes na terra mas com a cabeça sempre no mais alto topo.
O meu pequeno eu equivale.se a apenas mais um buraco no chão.
Caminho torto com fim anunciado. Vida de mais um roto sincero e verdadeiro cuja frase favorita se situa algures entre o silêncio do olhar e o barulho ensurdecedor do mesmo.
Olhos que não vêm sem ajuda de vidros mas que trespassam planos de vidas mais densas e obscuras e as absorve, qual vampiro sedento na madrugada de Dezembro.
Contrariedades divinas que assolam mentes adversamente dispersas em pedaços de mundos que se percorrem à velocidade que se quer, não à semáforos, mapas nem GPS's para apagar a magia da novidade, da descoberta, da adrenalina de pisar o risco: branco que contrasta no negro que lhe serve de fundo. Vida monocromática com tons de cinzento! Felicidade: sorriso dos outros!
Pefect
xD
Contínuo a vestir roupa rasgada por preguiça e desleixo, desfaço a barba quando me aparece na memória.
Serei uma alma rôta nem que um dia a vergonha de um corpo disforme seja coberta por seda e peças de vestuário requintadas.
Continuarei a marcar em mim e a tinta permanente tudo o que a vida me mostrar ser importante. Fugirei de qualquer objectiva as vezes que forem necessárias para que pelo menos quando alguém se lembrar da minha existência esse facto seja sinal de que fiquei fotografado no coração que é onde está o mais importante.
Como não tenho coração guardo tudo algures em mim, e não falta espaço!
Não viverei muito mais é certo, mas farei questão de que até as quedas sejam sempre em grande, com muito barulho e marcantes q.b. .
Acabarei sozinho, quieto e calado, com a companhia de sempre.
Serei mais um, mas terei consciência que fiz o melhor que sabia.
Continuarei a ser o meu maior crítico e o mais exigente comigo mesmo. Rebaixar.me.ei sempre que possível numa atitude - diria - sádica e masoquista, que me mantém dentro de mim e com os pés bem assentes na terra mas com a cabeça sempre no mais alto topo.
O meu pequeno eu equivale.se a apenas mais um buraco no chão.
Caminho torto com fim anunciado. Vida de mais um roto sincero e verdadeiro cuja frase favorita se situa algures entre o silêncio do olhar e o barulho ensurdecedor do mesmo.
Olhos que não vêm sem ajuda de vidros mas que trespassam planos de vidas mais densas e obscuras e as absorve, qual vampiro sedento na madrugada de Dezembro.
Contrariedades divinas que assolam mentes adversamente dispersas em pedaços de mundos que se percorrem à velocidade que se quer, não à semáforos, mapas nem GPS's para apagar a magia da novidade, da descoberta, da adrenalina de pisar o risco: branco que contrasta no negro que lhe serve de fundo. Vida monocromática com tons de cinzento! Felicidade: sorriso dos outros!
Pefect
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