October 1, 2009

Zás trás Catrapás

Rasgos de noites longas,
Noites que não se terminam.
Pessoas que se reanimam,
Passadas que não se olvidan.

Cruzar de brilhos esguios
Do passear na beira de rios
Não somente limpos e luzidios
Mas de memórias distantes; tão frios.

Olhares e abraços
Rasgados em exíguos espaços.
Pensamentos devassos
E tudo a lentos passos.

Recortam.se sorrisos
Atrás de portas e janelas
De momentos tão precisos
Que nem consigo vislumbrar além delas.

Cigarros apagados,
Copos derrubados,
Corpos desnudados,
Carros atravancados,
Passeios atravessados
Por malucos desvairados, e eu?

Na embriaguez sóbria
De uma - a minha - fraca memória
Lembro de cada paródia
E sorrio.

Ascendentes condescendentes
De estilhaços em passos conCorrentes
Destacam novas gentes
E sorrio.

Cigarro onde estás?
No copo já nada jaz
Como droga já nem água.raz
Zás trás Catrapás.

E sorrio.

mais.. muiiito mais!

Vem.te**
xD

1 comment:

Anonymous said...

Depois de noites sem dormir um pequeno almoço divinal perto de ti meu amor, amanhaceres prenchidos pelo nosso amor, por nós, pelo nosso paraíso :)