June 17, 2012

podemos desfrutar de momentos absolutamente únicos, simples, minimalistas; momentos nos quais nos sentimos pequeninos; momentos nos quais se sente que até as formigas são animais de grande porte e nos amedrontam.

são nestes momentos que a sensibilidade - tão inexistente - surge e nos arrebata de maneira intensa e até mesmo fatal.

paramos no tempo. mesmo para quem o aborrecimento de repetições e a monotonia de dias - que nunca são iguais - ao fim de algumas horas de vida se torna um problema, é dada a possibilidade de sentir a falta de tanto.

sorrisos interiores guardados com muito carinho e não exteriorizáveis surgem como que por magia e tantos desejos vêm ao de cima; na realidade a grandeza destes desejos para quem é tão pequeno torna.se demasiado e apresentam.se como desafios de quebra.cabeças nível 20 de 10 e apercebemo.nos que afinal a formiga é bem mais importante.

minimalismo de sentimentos de pessoasformiga que têm momentos assim. momentos de chamada à terra. 

o sorriso esboça.se, e tem tanto neste sorriso... tanto que não há alguém por mais pequeno que seja que o possa contemplar; apenas quem falta o viu antes de ser guardado e das formigas voltarem ao seu tamanho normal.

devaneios de momentos minimalistas e de pessoasformiga que de momentos assim passam à normalidade de dias com monotonias nunca iguais. uma vida a lutar para que assim seja, e assim ainda é.

"take your hand and walk away"

they say we can!

:)

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