February 3, 2008

...protuberâncias

Pequenos altos e imperfeições no caminho que se percorre por ele próprio. São simples instruções que escrevemos a cada acordar e que nos mantêm em estado de hibernação por momentos, nos trazendo ao caminho de protuberâncias.

Nascemos predestinados? Não me parece, mas aceito quem acredita. Não crítico, mas não concordo. Não sei bem porque acreditam nisso, mas não contrario. Não percebo muito bem desses pensamentos profundos e intrincados que se revolvem em sepulturas e se cobiçam nos mais altos cargos de atitudes vazias, permeáveis e influenciáveis.

Também sou influenciável. Quem não é? E há quem siga a protuberância com que nasceu, ou então tente acreditar noutras influências. E criar essas influências, revela-se de facto como algo extra-inteligente decerto, de uma maneira ou de outra a religião deve ter nascido de alguma maneira. A ganância também. A cobiça decerto. O amor sem dúvida.

E vive-se de protuberâncias... hilariante mas verdadeiro. Descobriram o efeito borboleta e nasceram filmes q.b. que de uma maneira ou outra se basearam nesse pensamento extra-inteligente. O amor ao menos de inteligente não tem nada... absolutamente nada. Ao menos descobre-se por A ou B ou até mesmo H que há pessoas que vivem de protuberâncias, e acreditam, e são amorosas pois, mas de uma maneira protuberante e desconcertante, sempre em busca de pensamentos extra-inteligentes para viverem as suas crenças protuberantes e banais.

"Frio, gélido, morto, a alma"

1 comment:

Anonymous said...

quem quiser que enfie o barrete certo?