August 10, 2008

break!

Manhãs que já são tardes, enubladas e cobertas por um nevoeiro denso que impede olhos defeituosamente cansados de ver mais além. Peças de um eu cansado de andar por cá, mas que encontra sempre uma razão para continuar a ser feliz como sou.

Noites longas passadas em bancos duros e desconfortáveis, depois de corridas que parecem intermináveis e vontade de que os cientistas - pessoas de indubitável reputação - já tivessem conseguído transportar mais do que um "simples" feixe de luz, e tivessem dado um nome mais ou menos xpto mas que se parecesse com algo que comummente apelidamos de telepatia.

Mas no fim, e como tudo na vida, tudo acaba remediado, sorriso nos lábios, aconchego de quem nunca percebeu bem como fazê.lo mas que se esforça por perceber o que na realidade é o aconchego...

Um carinho?
Uma mão nas costas para entrar no carro?
Um beijo?
Um olhar?

Não sei bem, sou como sou e dou sempre tudo o que tenho, por muito pouco que possa ser e ou representar.

Do fingimento revivido em pensamentos longínquos crio.me como único e original, gostem ou não. E disseram.me com toda a convicção, olhos nos olhos e de maneira figurada, contudo verdadeira: "Ainda vais à lua."; e pareceu.me verdadeiro e sincero. Irei? Pago para ver, e o preço: a morte. É sempre o preço não é verdade? :)

São pessoas que nos marcam, que já viveram tanto, já derramaram lágrimas que dariam rios de fazer inveja ao Mississipi ou ao magnífico Amazonas. Pessoas que já saltaram bem mais alto que o pico do Monte Everest, porque chegaram lá acima e fizeram o favor de as empurrar. Eu também já empurrei, admito. E doeu. E já fui empurrado. E foi normal. Soou.me familiar, provavelmente porque em mundos monocromáticos as coisas nos pareçam mais nítidas, menos calmas e estáveis. Visões de loucos, dizem.me várias vezes, e não me importo.

Descobrem.se coisas a cada segundo, porque não viver cada segundo em vez de cada dia? :)

Parece.me bem.
E orgulho.me.

Pausa para cigarros e sorrisos.
:)

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