São esculturas perdidas no tempo e nas memórias mais ou menos compridas de cérebros não menos gastos por esse tempo. Esculturas deformadas e desgastadas pelas intempéries que se vão sucedendo.
São esculturas que nada têm de belo, mas que pertencem a um jardim monocromático, jardim esse que se denomina vida, sem que se o perceba muito bem porquê.
São pedaços de história que revela a minha memória em lugares demasiado escondidos para serem acedidos.
Esculturas que não se mostram mas que faço questão de revisitar porque gosto.as e nisso a memória já não serve.
São esculturas que nada têm de belo, mas que pertencem a um jardim monocromático, jardim esse que se denomina vida, sem que se o perceba muito bem porquê.
São pedaços de história que revela a minha memória em lugares demasiado escondidos para serem acedidos.
Esculturas que não se mostram mas que faço questão de revisitar porque gosto.as e nisso a memória já não serve.
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